segunda-feira, 23 de maio de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
Incroyables et banales...
"Les hommes et les femmes dont vous aller faire la connaissance sont entrés dans ce film parce que leurs histoires étaient très incroyables ou très banales".
in, Les uns et les autres, de Caude Lelouch, 1980.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
To know it for what it is...
"Dear Leonard. To look life in the face, always, to look life in the face and to know it for what it is. At last to know it, to love it for what it is, and then, to put it away. Leonard, always the years between us, always the years. Always the love. Always the hours."
in, "The hours", de Stephen Daldry, 2002.
terça-feira, 17 de maio de 2011
Ignorance is bliss...
Numa aula do 11º ano...
Prof: "Dêem-me exemplos de mamíferos".
Aluno(s): "A cobra, os pássaros".
Alguns minutos depois:
"Dêem-me exemplos de animais anfíbios".
Aluno: "O homem".
As minhas dúvidas oscilam entre: chorar, rir ou...fugir???
Prof: "Dêem-me exemplos de mamíferos".
Aluno(s): "A cobra, os pássaros".
Alguns minutos depois:
"Dêem-me exemplos de animais anfíbios".
Aluno: "O homem".
As minhas dúvidas oscilam entre: chorar, rir ou...fugir???
domingo, 15 de maio de 2011
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Compromise...
"[Alvy addresses a pair of strangers on the street]
Alvy Singer: Here, you look like a very happy couple, um, are you?
Female street stranger: Yeah.
Alvy Singer: Yeah? So, so, how do you account for it?
Female street stranger: Uh, I'm very shallow and empty and I have no ideas and nothing interesting to say.
Male street stranger: And I'm exactly the same way.
Alvy Singer: I see. Wow. That's very interesting. So you've managed to work out something?"
Annie Hall, de Woody Allen, 1977.
Alvy Singer: Here, you look like a very happy couple, um, are you?
Female street stranger: Yeah.
Alvy Singer: Yeah? So, so, how do you account for it?
Female street stranger: Uh, I'm very shallow and empty and I have no ideas and nothing interesting to say.
Male street stranger: And I'm exactly the same way.
Alvy Singer: I see. Wow. That's very interesting. So you've managed to work out something?"
Annie Hall, de Woody Allen, 1977.
terça-feira, 10 de maio de 2011
O (outro) efeito borboleta...

(fonte: Google imagens)
"O Lupus é uma doença auto-imune, em que o sistema imune, que normalmente protege o nosso corpo, se vira contra si próprio e o ataca, provocando inflamação e alteração da função do sistema afectado.
A inflamação provoca dor, calor, vermelhidão (ou rubor) e inchaço (ou edema).
Não existe causa conhecida de Lupus e não existe cura para esta doença.
O Lupus é uma doença crónica (para toda a vida), ainda que existam fases de remissão (em que a doença se encontre “adormecida”, i.e., inactiva) e fases de surto (em que a doença reactiva).
A doença pode afectar muitos órgãos e sistemas diferentes (daí a denominação sistémica) e podem existir formas muito diferentes da doença (i.e., os sintomas variam de doente para doente e até, no mesmo doente, de período para período).
O Lupus tem um amplo leque de gravidade, podendo ter complicações muito graves, que exigem atenção urgente. No entanto, as terapêuticas actuais permitem dar à maior parte dos doentes uma boa qualidade de vida."
Associação de doentes com lupus. (http://www.lupus.pt/).
terça-feira, 26 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
Da retórica da saudade...
"Paráfrase
Este poema começa por te comparar
com as constelações,
com os seus nomes mágicos
e desenhos precisos,
e depois
um jogo de palavras indica
que sem ti a astronomia
é uma ciência infeliz.
Em seguida, duas metáforas
introduzem o tema da luz
e dos contrastes
petrarquistas que existem
na mulher amada,
no refúgio triste da imaginação.
A segunda estrofe sugere
que a diversidade de seres vivos
prova a existência
de Deus
e a tua, ao mesmo tempo
que toma um por um
os atributos
que participam da tua natureza
e do espaço criador
do teu silêncio.
Uma hipérbole, finalmente,
diz que me fazes muita falta."
Pedro Mexia, Menos por Menos.
Este poema começa por te comparar
com as constelações,
com os seus nomes mágicos
e desenhos precisos,
e depois
um jogo de palavras indica
que sem ti a astronomia
é uma ciência infeliz.
Em seguida, duas metáforas
introduzem o tema da luz
e dos contrastes
petrarquistas que existem
na mulher amada,
no refúgio triste da imaginação.
A segunda estrofe sugere
que a diversidade de seres vivos
prova a existência
de Deus
e a tua, ao mesmo tempo
que toma um por um
os atributos
que participam da tua natureza
e do espaço criador
do teu silêncio.
Uma hipérbole, finalmente,
diz que me fazes muita falta."
Pedro Mexia, Menos por Menos.
domingo, 10 de abril de 2011
A cor da voz...
"Sonhos de papel
Vamos andar de mãos dadas,
Por aí, pelo mar alto,
Pelas praias do sul de França,
Pelas dunas do Bairro Alto,
Neste desastre feliz
De tão perfeitos instantes
Dos teus sonhos de papel
De um tempo sem diamantes.
Quero pintar as paredes
Com a cor da tua voz…
Vamos andar de mãos dadas
O impossível somos nós.
Dá-me a mão
Vamos andar de mãos dadas
Para sempre, lado a lado,
Pelas ruas de Manhattan,
Pelos rios do Chiado,
Nesta loucura improvável
De encontrar a alma certa
Do lado esquerdo da cama
De uma casa deserta
Quero pintar as paredes
Com a cor da tua voz…
Vamos andar de mãos dadas
O impossível somos nós.”
Adriana.
O que é nacional é bom, já dizia o "reclame".
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Blue spirit...
F - "Teacher: espíirito azul é blue spirit, não é?"
Eu - "Sim, é isso mesmo!"
F - "Teacher, tu agora gostas de mim porque eu sei uma coisa que mais nenhum menino aqui da escola sabe."
A infância é mesmo "ouro sobre...azul".
Eu - "Sim, é isso mesmo!"
F - "Teacher, tu agora gostas de mim porque eu sei uma coisa que mais nenhum menino aqui da escola sabe."
A infância é mesmo "ouro sobre...azul".
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