terça-feira, 28 de agosto de 2012
Liquid...
If language were liquid
It would be rushing in
Instead here we are
In a silence more eloquent
Than any word could ever be
These words are too solid
They don't move fast enough
To catch the blur in the brain
That flies by and is gone
Gone
Gone
Gone
I'd like to meet you
In a timeless, placeless place
Somewhere out of context
And beyond all consequences
Let's go back to the building
(Words are too solid)
On Little West Twelfth
It is not far away
(They don't move fast enough)
And the river is there
And the sun and the spaces
Are all laying low
(To catch the blur in the brain)
And we'll sit in the silence
(That flies by and is)
That comes rushing in and is
Gone (Gone)
I won't use words again
They don't mean what I meant
They don't say what I said
They're just the crust of the meaning
With realms underneath
Never touched
Never stirred
Never even moved through
If language were liquid
It would be rushing in
Instead here we are
In a silence more eloquent
Than any word could ever be
And is gone
Gone
Gone
And is gone".
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
terça-feira, 10 de julho de 2012
quarta-feira, 2 de maio de 2012
quarta-feira, 25 de abril de 2012
"Como ela..somos livres...somos livres...somos livres...de dizer.."
Escolhi esta canção para lembrar Abril porque tem sabor a infância,
cheio a meninice.
Escolhi esta "gaivota" porque o passáro da memória devolve-me ao tempo em que tu, A., eras livre...eras livre...de Dizer.
Porque foi contigo que aprendi Abril. E através desta memória alada, a tua voz irá sobreviver.
Feliz 25 de Abril...sempre.
sábado, 21 de abril de 2012
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Geografia...
Porque a felicidade é quimera,
fogo preso, fogo fátuo.
alento bebido aos tragos
nas frestas solares que a manhã pare.
Porque a ingratidão é substantivo
que se tornou comum,
osso mordido no ranger
das sílabas.
Porque momentos de felicidade
são sonho possível,
recta tangível
na geometria do amor
na geografia dos cansaços
Porque é nos rostos cor de conforto
que sorvo a verve que as tardes regam
e os lábios da ternura
perdem-se no escarlate
das esplanadas da cidade,
Porque o peito pede
porque a escrita dá:
Obrigada.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Laisse tomber...

"Bruno : Mais... On s'connait d'où exactement ? Parce que, excusez-moi, mais je...
Manie : Ça n'a aucune importance. On a juste couché ensemble.
Bruno : On a couché ensemble ?
Manie : Ouais, mais y'a longtemps. J'me suis coupée les cheveux depuis. Et puis, on était bourrés tous les deux, certainement...
Bruno : Nan, mais euh.. C'est quand même incroyable que je m'en souvienne pas, nan ?
Manie : C'est pas grave. Ça arrive. Plus souvent aux garçons, mais ça arrive. C'est normal, on n'est pas constitués physiquement pareil. C'est pas la même action, c'est pas la même implication. Bon, laisse tomber."
(Foto e texto retirado de: http://www.replikultes.net/films/fiches/661/le_gout_des_autres/repliks/ )
Le goût de autres, de Agnès Jaoui, 1999.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
"(...) a ponta de uma pétala"...ou do dia Mundial da Poesia
Mistérios da escrita
Escrevi a palavra flor.
Um girassol nasceu
no deserto de papel.
Era um girassol
como é um girassol.
Endireitou o caule,
sacudiu as pétalas
e perfumou o ar.
Voltou a cabeça
à procura do sol
e deixou cair dois grãos de pólen
sobre a mesa.
Depois cresceu até ficar
com a ponta de uma pétala
fora da Natureza.
in "O Limpa-palavras e outros poemas" de Álvaro Magalhães
Escrevi a palavra flor.
Um girassol nasceu
no deserto de papel.
Era um girassol
como é um girassol.
Endireitou o caule,
sacudiu as pétalas
e perfumou o ar.
Voltou a cabeça
à procura do sol
e deixou cair dois grãos de pólen
sobre a mesa.
Depois cresceu até ficar
com a ponta de uma pétala
fora da Natureza.
in "O Limpa-palavras e outros poemas" de Álvaro Magalhães
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