quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Le bruit du monde..-



(Google imagens)



"On boit du thé pour oublier le bruit du monde".

Et c'est que j'ai fait aujourdh'hui et le silence du jour m'a bercé dans ses bras.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

"Que sopa fazer amanhã?"



Sangue do meu sangue, de João Canijo.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Like a lily to the heat...



You came to me this morning and you handled me like meat. You’d have to be a man to know how good that feels, how sweet. My mirrored twin, my next of kin, I’d know you in my sleep and who but you would take me in,
a thousand kisses deep.

I loved you when you opened like a lily to the heat, you see I’m just another snowman standing in the rain and sleet, who loved you with his frozen love, his second hand physique, with all he is, and all he was,
A thousand kisses deep.

I know you had to lie to me, I know you had to cheat, to pose all hot and high behind the veils of shear deceit, our perfect porn aristocrat so elegant and cheap, I’m old but I’m still into that,
A thousand kisses deep.

I’m good at love, I’m good at hate, its in between I freeze. Been working out, but its too late, it’s been to late for years. But you look good, you really do, they love you on the street. If I could move I’d kneel for you,
a thousand kisses deep.

The autumn moved across your skin, got something in my eye, a light that doesn’t need to live, and doesn’t need to die. A riddle in the book of love, obscure and obsolete, until witnessed there in time and blood,
A thousand kisses deep.

And I'm still working with the wine, still dancing cheek to cheek, the band is playing Auld Lang Syne, but the heart will not retreat. I ran with Diz and I sang with Ray, I never had their sweep, but once or twice they let me play
A thousand kisses deep.

I loved you when you opened like a lily to the heat, y'see I'm just another snowman standing in the rain and sleet, who loved you with his frozen love, his second hand physique, with all he is, and all he was,
A thousand kisses deep.

But you don’t need to hear me now, and every word I speak, it counts against me anyhow,
A thousand kisses deep."

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Google translating...

Resposta de um aluno do 11ºano à secção do Curriculum Vitae que diz respeito à "Driving license":

" Driving license: I am taking away the letter".



E o quentinho no estômago acontece e o "Bifidus activo" agradece!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

My cup of tea...





"Dan: Didn't fancy my sandwiches?
Alice: Don't eat fish.
Dan: Why not?
Alice: Fish piss in the sea.
Dan: So do children.
Alice: Don't eat children either."

Closer, De Mike Nichols.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Aquelas vidas todas...



"Quero estar mesmo próxima das pessoas e falar sobre as pessoas. Sabem porque lei...o? Para ser actriz, viver aquelas vidas todas. Todos os dias me comovo com a fragilidade, com a solidão... as pessoas estão muito desprotegidas. Às vezes vou no carro com a minha filha e digo: “Viste?”. E ela: “Oh, não...não vais começar a chorar outra vez, pois não?”. As pessoas valem muito a pena, eu só sou actriz para falar sobre as pessoas."

Rita Blanco
"

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Despertares..



E porque as pessoas se separam, porque os mundos (interiores) avançam mas as melodias são eternas e unas, cá ficam estes senhores que, ao contrário do seu nome, despertaram muitos ouvidos e emoções.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Janelas...





"(...)No meio da vastidão a poesia
De um dia a mais a viver
Janelas da alma sol do meio-dia
(...) Cenários de vidas imaginadas
Frestas de luz ao amanhecer (...)".

Múcio Sá.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Imitar o céu...



Helena Almeida.


«Se quiseres fazer azul,
pega num pedaço de céu e mete-o numa panela grande,
que possas levar ao lume do horizonte;
depois mexe o azul com um resto de vermelho
da madrugada, até que ele se desfaça;
despeja tudo num bacio bem limpo,
para que nada reste das impurezas da tarde.
Por fim, peneira um resto de ouro da areia
do meio-dia, até que a cor pegue ao fundo de metal.
Se quiseres, para que as cores se não desprendam
com o tempo, deita no líquido um caroço de pêssego queimado.
Vê-lo-ás desfazer-se, sem deixar sinais de que alguma vez
ali o puseste; e nem o negro da cinza deixará um resto de ocre
na superfície dourada. Podes, então, levantar a cor
até à altura dos olhos, e compare-la com o azul autêntico.
Ambas as cores te parecerão semelhantes, sem que
possas distinguir entre uma e outra.
Assim o fiz – eu, Abraão bem Judá Ibn Haim,
iluminador de Loulé – e deixei a receita a quem quiser,
algum dia, imitar o céu. »

Nuno Júdice.



segunda-feira, 22 de agosto de 2011

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Path...




Não sei por onde vou mas estou a caminho...