Alan: When did you become a people cynical?
Megan: When I realised that it wasn't an option, but the Answer.
Alan: Oh...I see.
Megan: Do you?
Alan: Yeah, you got hurt. Or you had a bad shag. Loosen up. Sex is overrated
Megan:Well, love is even more.
Alan: You're someting else, you know that?
Megan: Your words, not mine.
Alan: You are, you're amazing. But you surely hear that all the time. You've heard that before, haven't you?
Megan: Yes.
Alan: See...don't you feel good about that?
Megan: No, not really.
Alan: I think it's cool. Why didn't you like it?
Megan: He lied.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Bom até dizer chega!
Ricky Gervais, no seu primeiro show ao vivo "Animals", sendo o excerto em questão intitulado "The Bible".
São nove minutos é certo. E nos tempos que correm nove minutos é, talvez, pedir demasiado mas vale mesmo a pena cada segundo.
Inteligência segura, riso garantido.
Satisfação ou o vosso dinheiro de volta!
Disse "dinheiro"? Perdão, queria dizer "galhofeiro". O senhor Gervais é um galhofeiro.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
The forgivness of trees
"The trees forgave the fire that went on burning
Until hope was all that was left when the smoke cleared
And I'll forgive her body for deserting
As soon as I recall why mine is still here."
Simon Joyner.
Until hope was all that was left when the smoke cleared
And I'll forgive her body for deserting
As soon as I recall why mine is still here."
Simon Joyner.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
"Alentejo sem lei"
Cá está mais uma pérola que recebi por e-mail e que tinha de aqui vir partilhar. Porque rir é (mesmo) o único remédio. Seja isto uma obra de pura ficção.
Ou então... não.
Registo Civil de Beja
ABSOLUTAMENTE HILARIANTE!!!
Claro, só aqui mesmo é que acontecem essas coisas! Quando
passarem por Beja, poderão certificar se é verdade ou não.
O Registo Civil de Beja recebeu o seguinte requerimento:
Beja,5 de Fevereiro 2006.
Eu, Maria José Pau, gostaria de saber da
possibilidade de se abolir o sobrenome Pau do meu nome, já que a presença
do Pau me tem deixado embaraçada em várias situações. Desde já agradeço a
atenção despendida.
Peço deferimento,
Maria José Pau.
Em resposta, recebeu a seguinte mensagem:
Cara Senhora Pau:
Sobre a sua solicitação da remoção do Pau,
gostaríamos de lhe dizer que a nova legislação permite a remoção do Pau, mas
o processo é complicado e moroso. Se o Pau tiver sido adquirido
após o casamento, a remoção é mais fácil, pois, afinal de contas, ninguém é
obrigado a usar o Pau do cônjuge se não quiser. Se o Pau for do seu pai,
torna-se mais difícil, pois o Pau a que nos referimos é de família e tem
sido utilizado há várias gerações.Se a senhora tiver irmãos ou
irmãs, a remoção do Pau torná-la-ia diferente do resto da família.
Cortar o Pau do seu pai pode ser algo muito desagradável para ele.
Outro senão está no facto do seu nome conter apenas nomes próprios, e poderá
ficar esquisito, caso não haja nada para colocar no lugar do Pau. Isto sem
mencionar que as pessoas estranharão muito ao saber que a senhora não
possui mais o Pau do seu marido.Uma opção viável seria a troca
da ordem dos nomes.
Se a senhora colocar o Pau na frente da Maria e atrás
do José, o Pau pode ser escondido, pois poderia assinar o seu nome como
'Maria P. José'. A nossa opinião é a de que o preconceito contra
este nome já acabou há muito tempo e visto que a senhora já usou o Pau do
seu marido por tanto tempo, não custa nada usá-lo um pouco mais.
Eu mesmo possuo Pau, sempre o usei e muito poucas vezes o Pau me causou
embaraços.
Atenciosamente,
Bernardo Romeu Pau Grosso
Registo Civil de Beja
Ou então... não.
Registo Civil de Beja
ABSOLUTAMENTE HILARIANTE!!!
Claro, só aqui mesmo é que acontecem essas coisas! Quando
passarem por Beja, poderão certificar se é verdade ou não.
O Registo Civil de Beja recebeu o seguinte requerimento:
Beja,5 de Fevereiro 2006.
Eu, Maria José Pau, gostaria de saber da
possibilidade de se abolir o sobrenome Pau do meu nome, já que a presença
do Pau me tem deixado embaraçada em várias situações. Desde já agradeço a
atenção despendida.
Peço deferimento,
Maria José Pau.
Em resposta, recebeu a seguinte mensagem:
Cara Senhora Pau:
Sobre a sua solicitação da remoção do Pau,
gostaríamos de lhe dizer que a nova legislação permite a remoção do Pau, mas
o processo é complicado e moroso. Se o Pau tiver sido adquirido
após o casamento, a remoção é mais fácil, pois, afinal de contas, ninguém é
obrigado a usar o Pau do cônjuge se não quiser. Se o Pau for do seu pai,
torna-se mais difícil, pois o Pau a que nos referimos é de família e tem
sido utilizado há várias gerações.Se a senhora tiver irmãos ou
irmãs, a remoção do Pau torná-la-ia diferente do resto da família.
Cortar o Pau do seu pai pode ser algo muito desagradável para ele.
Outro senão está no facto do seu nome conter apenas nomes próprios, e poderá
ficar esquisito, caso não haja nada para colocar no lugar do Pau. Isto sem
mencionar que as pessoas estranharão muito ao saber que a senhora não
possui mais o Pau do seu marido.Uma opção viável seria a troca
da ordem dos nomes.
Se a senhora colocar o Pau na frente da Maria e atrás
do José, o Pau pode ser escondido, pois poderia assinar o seu nome como
'Maria P. José'. A nossa opinião é a de que o preconceito contra
este nome já acabou há muito tempo e visto que a senhora já usou o Pau do
seu marido por tanto tempo, não custa nada usá-lo um pouco mais.
Eu mesmo possuo Pau, sempre o usei e muito poucas vezes o Pau me causou
embaraços.
Atenciosamente,
Bernardo Romeu Pau Grosso
Registo Civil de Beja
domingo, 7 de junho de 2009
Afinal havia outra...
A abstenção.
Rangel não ganhou: Venceu o PSD.
Vital não foi o perdedor. A derrota é de Sócrates.
Miguel Portas e o BE afirmam-se, a passos (cada vez) mais largos.E firmes.
Todavia, quem perdeu a batalha, uma vez, foi a Democracia Portuguesa.
Afinal, Europa interessa "para quê?, não é?
Como diz o "Zé Povinho": eles querem todos é poleiro.
E, desfilando, a sorriso aberto, vai formosa e sempre segura, a abstenção.
Rangel não ganhou: Venceu o PSD.
Vital não foi o perdedor. A derrota é de Sócrates.
Miguel Portas e o BE afirmam-se, a passos (cada vez) mais largos.E firmes.
Todavia, quem perdeu a batalha, uma vez, foi a Democracia Portuguesa.
Afinal, Europa interessa "para quê?, não é?
Como diz o "Zé Povinho": eles querem todos é poleiro.
E, desfilando, a sorriso aberto, vai formosa e sempre segura, a abstenção.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Isto explica mesmo muita coisa..
"Pop Quiz" no Facebook: "Which side of your brain is dominant?"
"You use both sides equally. (Read description.)
Right brain individual: Right brain individuals are intuitive, creative and imaginative. They are flexible and are concerned with the bigger picture rather than details. They are impulsive and spontaneous and do not like time limits. They have difficulty explaining ideas verbally and prefer illustrations to verbal instructions. Careers: Architects, Artists, Salespeople, Psychiatrists, Musicians, Politicians, Teachers. (Interpersonal, Emotional, Musical, Spiritual, Talker.) Left brain individuals are analytical, articulate and to the point. They like identifying details and are more logical than intuitive. Left brained people have good communication and persuasion skills. Careers: Engineers, Systems Analysts, Technicians, Accountants, Librarians. (Administration, Conservative, Organization, Planner, Structure.)"
Eu sabia, eu bem sabia que algo não estava certo. Seria da meningite aguda aos seis meses? Talvez? Seria da gatunagem declarada de nutrientes do cordão umbilical pela larápia da minha irmã nos idos tempos de "room-sharing" no ventre materno?
Seria apenas da parvoíce inata? Talvez.
Mas pelo menos agora, tenho um teste "científico" altamentre crível que me redime.
Uiii, o que vou dormir bem esta noite!
Eu e os meus dois lados cerebrais equitativamente activos!
"You use both sides equally. (Read description.)
Right brain individual: Right brain individuals are intuitive, creative and imaginative. They are flexible and are concerned with the bigger picture rather than details. They are impulsive and spontaneous and do not like time limits. They have difficulty explaining ideas verbally and prefer illustrations to verbal instructions. Careers: Architects, Artists, Salespeople, Psychiatrists, Musicians, Politicians, Teachers. (Interpersonal, Emotional, Musical, Spiritual, Talker.) Left brain individuals are analytical, articulate and to the point. They like identifying details and are more logical than intuitive. Left brained people have good communication and persuasion skills. Careers: Engineers, Systems Analysts, Technicians, Accountants, Librarians. (Administration, Conservative, Organization, Planner, Structure.)"
Eu sabia, eu bem sabia que algo não estava certo. Seria da meningite aguda aos seis meses? Talvez? Seria da gatunagem declarada de nutrientes do cordão umbilical pela larápia da minha irmã nos idos tempos de "room-sharing" no ventre materno?
Seria apenas da parvoíce inata? Talvez.
Mas pelo menos agora, tenho um teste "científico" altamentre crível que me redime.
Uiii, o que vou dormir bem esta noite!
Eu e os meus dois lados cerebrais equitativamente activos!
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Alguém se lembra disto?
As meninas devem lembrar-se, afinal não há mulher nos seus trinta e poucos anos que não tenha trauteado, até quase ao coma vocal, esta canção dos famosos desenhos animados, quando era criança.
Ou há?
Há?
Shame on you!
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Algo desse género...

Um doente sofre de uma deformação que lhe transfigurou o rosto desde que nasceu.
Um jovem-homem-elefante.
No fim do episódio, muito ao jeito "all is well that ends well" (já dizia o William) surge o comentário bottom of line (típico em qualquer série, mas muito "sumarento" porque é esta) médico para o paciente:
Dr. House: "Take the steroids. Then you can do the surgery.
They can take away your face but not what your face has made of you." (or something quite like that).
Coming to term with ourselves. É a expressão que mais me ocorre quando penso nisto.
Neste caso foi um rosto. Uma capa. A nossa. O nosso cartão de visita.
No episódio, House tenta minimizar dizendo que a cara desfigurada não é o mais importante. O que importa é o que o jovem fará consigo mesmo (e como verá e agirá com os outros) quando se vir "normal" (como ele mesmo disse).
House sabe que o puto tem o seu (grande) quê de razão. A beleza é "interior". "Quem feio ama, bonito lhe parece", "as pessoas valem pelo o que fazem e não pela sua beleza".
Esaier said than done. Sabemos que conta, e não é pouco.
Ter um rosto minimamente aceitável, ou dito "normal" é o melhor passaporte para a aceitação por parte da sociedade.
Isto de se dizer que os feios tornam-se bonitos porque têm bom coração é muito giro mas não creio que lhes valha de muito.
É hipócrita dizer-se que não se olha para isso quando se conhece alguém. Os primeiros segundos são decisivos.
Seja para uma entrevista de emprego, ou para um qualquer encontro
Não tendo nós a visão "raio-x" do conhecido super-herói, é-nos difícil fazer uma radiografia interior. E não é porque não tenhamos a radiação ou as ferramentas certas.
É simplesmente porque não nos queremos dar ao trabalho.
Como já disse aqui, conhecer alguém, ou melhor, querer mesmo conhecer a seiva de que os Outros são feitos, dá muito mas muito trabalhinho. Pois se nem a nós mesmos queremos conhecer, quanto mais aos outros.
Conhecermo-nos é o percurso mais tortuoso que há. E isto acontece porque, geralmente, o que encontramos quando em nós viajamos nem sempre é bonito. Lá está, o que vem depois desse caminho, o que somos depois disso obriga-nos a algo que não estamos habituados: a aprendizagem da humildade. Pelos nós. Pelos outros.
Não somos todos bonzinhos, o nosso maior defeito não é apenas a teimosia (já repararam que nos inquéritos às mais variadas personalidades públicas quando se lhe é perguntado qual é o seu maior defeito, é a teimosia que impera, sozinha, no trono frio e oco da ignorância de si).
Somos muitas vezes, "feios, porcos e maus", ingratos, invejosos, melodramáticos, caricaturais (como House). Isso não nos distancia uns dos outros, aproxima-nos da nossa humanidade. É ela que nos liga, mesmo quando nos corrói.
Perdoamos quando sabemos que não perdóamos, rimos quando não achamos graça, cedemos quando sabemos que temos razão. Pedimos desculpa, tantas vezes, não porque nos sintamos assim tão culpados (senão não voltaríamos a fazer mal de novo) mas porque precisamos da absolvição dos outros para nos sentirmos aliviados.
E no meio de tudo isto, o rosto, ou o aspecto, como lhe queiram chamar, é o que fica nas retinas. É o que nutre o pensamento depois, quando a memória insiste em em devolver-nos a imagem da pessoa. E quanto mais cedo aprendermos isto, mais depressa criamos os anti-corpos necessários para sabermos lidar com os múltiplos vírus que nos infectam (ou tentam).
Se é triste? Sim. Redutor? Completamente.
Injusto? O mais possível. Mas como diria o M.D "that's life, so get used to it".
Or something like that.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Dia da criança
"Por dentro sei que sou pintado de branco embora às vezes um pouco borrado. mas gostava que certas pessoas penetrassem dentro de mim e vissem com os seus próprios olhos o que eu sou por dentro (...)
Eu sei que estou a gastar o meu "latim" e que o/a sortudo/a que ler isto vai dizer "é mais um infeliz", mas é só para saberem que não gosto da personalidade que sinto cá dentro às vezes". (P, 14 anos).
"Por dentro sou como um tesouro. As outras pessoas é que têm o descobrir". (S,12 anos).
"Eu sou feliz por dentro e por fora e às vezes estou chateado. Eu sou um beijoqueiro". (G, 10 anos).
"Por dentro? É a minha barriga. Gosto de brincar". (N, 4 anos).
"Sinto-me feliz porque sou corajoso". (A,9 anos).
"Eu sou por dentro o que a minha vida é por fora. Tem coisas boas e más. Eu às vezes fico com o coração triste e às vezes fico com o coração feliz." (A, 7 anos).
"Eu sou feliz por dentro. Tenho coisas chatas, assim mais difíceis. Mas isso quem é que não tem? Mas tenho a minha família, os meus pais, a minha irmã. E tenho os meus amigos, sobretudo um que é um grande amigo, e que é da mesma turma que eu. Por isso é que eu penso que a vida não pára. Muitas vezes lembro-me do que já vivi. Mas agora gosto mais de pensar no futuro, de viver a vida bem. A vida é só uma, não é?" (F,13 anos).
Se, com 13 anos, F. tem esta consciência de si, do mundo e da vida, é caso para eu dizer que quando for grande quero ser como ele.
in Interiores, Pedro Strecht, Assírio e Alvim, 2002, pp 361-363.
Eu sei que estou a gastar o meu "latim" e que o/a sortudo/a que ler isto vai dizer "é mais um infeliz", mas é só para saberem que não gosto da personalidade que sinto cá dentro às vezes". (P, 14 anos).
"Por dentro sou como um tesouro. As outras pessoas é que têm o descobrir". (S,12 anos).
"Eu sou feliz por dentro e por fora e às vezes estou chateado. Eu sou um beijoqueiro". (G, 10 anos).
"Por dentro? É a minha barriga. Gosto de brincar". (N, 4 anos).
"Sinto-me feliz porque sou corajoso". (A,9 anos).
"Eu sou por dentro o que a minha vida é por fora. Tem coisas boas e más. Eu às vezes fico com o coração triste e às vezes fico com o coração feliz." (A, 7 anos).
"Eu sou feliz por dentro. Tenho coisas chatas, assim mais difíceis. Mas isso quem é que não tem? Mas tenho a minha família, os meus pais, a minha irmã. E tenho os meus amigos, sobretudo um que é um grande amigo, e que é da mesma turma que eu. Por isso é que eu penso que a vida não pára. Muitas vezes lembro-me do que já vivi. Mas agora gosto mais de pensar no futuro, de viver a vida bem. A vida é só uma, não é?" (F,13 anos).
Se, com 13 anos, F. tem esta consciência de si, do mundo e da vida, é caso para eu dizer que quando for grande quero ser como ele.
in Interiores, Pedro Strecht, Assírio e Alvim, 2002, pp 361-363.
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